19 de Fevereiro de 2018

Depois de já ter decidido quantos dias ficar em cada cidade da Flórida, qual a melhor época ir, como se locomover e comunicar por lá, chegou a hora de começar a falar especificamente de Orlando: a cidade da magia, a cidade onde os sonhos se tornam realidade!

Caso você tenha perdido esses posts iniciais, não deixem de acessar o Post 1 de planejamento e o Post 2. Eles irão te ajudar muito e com certeza evitarão muita dor de cabeça.

Agora, um dos pontos mais importantes no planejamento de sua viagem para Orlando é a hospedagem! Onde ficar? Que tipo de hospedagem escolher? Vou contar nesse post para vocês as melhores localizações para o que você pretende em sua viagem e também qual o melhor tipo de hospedagem escolher!

Localização:

Antes de começar a falar um monte de nome aqui de localizações, vou colocar um mapa para vocês se familiarizarem com a região e terem uma melhor visão das coisas que eu estou falando, tá? Isso vai facilitar muito!!!

 

Deixei destacado em quadradinhos vermelhos no mapa a região onde ficam os parques da Disney, os parques da Universal e a principal e mais famosa Outlet de lá. Em rosa está uma rua chamada International Drive, que talvez seja a mais famosa de Orlando, e da qual todos os blogs falarão com a maior intimidade. Sintam-se apresentados a ela nesse momento, rs. É nela onde ficam grande parte dos hotéis de Orlando e onde estão diversas lojas, restaurantes, lanchonetes! Em verde estão selecionadas regiões que eu explicarei mais pra frente nesse texto! Agora sim, tendo uma visão geral das principais localizações de Orlando, podemos começar a conversar sobre hospedagem!

Primeira coisa a ter em mente antes de decidir qual local se hospedar é qual o foco da sua viagem.

A grande maioria dos viajantes vai para Orlando pretendendo conhecer vários parques diferentes, fazer compras em Outlets e Shoppings, ir a jogos de basquete, conhecer restaurantes e passear pela cidade. Se esse é o seu caso (como sempre foi o meu!), eu recomendo muito você se hospedar na International Drive (rua destacada em rosa), próximo ao cruzamento com a Sand Lake Road, que é onde está o tag amarelo no mapa. Você terá acesso fácil ao aeroporto, estará próximo a estrada Interestadual-4 (I4) que você pegará todos os dias, estará próximo à Premium Outlet e aos principais shoppings e terá inúmeras opções de bares, restaurantes e comércio ao longo dessa avenida. É minha localização preferida! Essa localização fica bem próximo aos parques da Universal e a mais ou menos 25 min dos parques do Complexo da Disney.

Se você estiver viajando com crianças pequenas, porém, e o seu foco for apenas ficar na Disney, nesse caso eu recomendo você ficar localizado próximo ao complexo, na região que é denominada Lake Buena Vista.

Algumas pessoas, buscando economia, decidem ficar hospedadas em Kissimmee localizado bem ao sul de Orlando. É uma área mais afastada de tudo e você terá que rodar bastante para chegar em todos os lugares. Ambas regiões estão destacadas em verde no mapa.

Em diversos destinos é interessante se hospedar no centro da cidade, porém, definitivamente esse não é o caso de Orlando, a não ser que você esteja viajando a negócios para a cidade. Downtown Orlando é o centro empresarial e é bem afastado da parte turística de Orlando. Fica mais ou menos a 20km ao norte do mapa (não está sendo representado no meu mapa, pois senão teria que diminuir muito o zoom!). Você apenas irá visitar essa região se você for assistir um jogo de Basquete no Amway Center (em breve farei um post sobre isso), então não justifica você se hospedar tão afastado das outras atrações.

 

Tipo de Hospedagem:

Existem basicamente três tipos de hospedagem em Orlando: Hotéis, Casas alugadas (Airbnb) e Resorts.

Todas as vezes que fui pra Orlando fiquei em hotéis. O primeiro ponto a ser levado em consideração é que em muitos hotéis não há café da manhã, e quando tem, normalmente não tem nada a ver com os buffets caprichados que temos no Brasil. Preste atenção nisso na hora de comparar preços. A maioria dos hotéis possuem cafeteira, frigobar no próprio quarto e você acaba fazendo as refeições lá mesmo. Grande parte hotéis possuem duas camas de casal permitindo até 4 pessoas num mesmo quarto. Já fiquei hospedada duas vezes no Rosen Inn, mostrado na foto (7600 Int. Drive) e no Ramada Inn (Jamaican Ct). Recomendo ambos!

Casas alugadas pelo Airbnb é uma nova opção muito interessante que eu usei em viagens na Europa, mas ainda não conhecia quando fui para Orlando. Gostei muito da ideia, pois você se sente morando no local e experimenta mesmo o dia a dia na cidade. É uma opção que costuma ser mais em conta, principalmente se você for viajar em mais pessoas, pois permite que todos se hospedem num mesmo local. Tem a facilidade e economia de ter uma cozinha inteira a disposição, e pode ser uma ótima opção principalmente se você for passar muitos dias por lá, ou se viaja com bebês!

A opção de se hospedar em Resorts é para quem está com o orçamento mais folgado, ou que tenha a intenção de ficar uns dias curtindo o hotel. Os resorts mais famosos são os do complexo da Disney. Estes resorts são muito interessantes para quem viaja com crianças, pois a magia dos parques continua no Hotel! Para reservar esses hotéis você deve acessar o site oficial da Disney ou buscar em agências de viagens.

Se você estiver interessado em fazer compras pela internet e mandar entregar no hotel, verifique antes se o hotel cobra taxa para receber pacotes, pois isso pode dar diferença no preço final! Falarei mais disso no post de compras! 🙂

Um último ponto que quero citar é: cuidado com a segurança do Hotel. Leia bem os relatos antes de fechar pois em alguns os quartos tem fácil acesso à rua e é comum casos de furto de malas e compras por lá. Fiquem atentos a esse ponto também!

Lembrete: Se você for pesquisar hotéis pelo Booking, utilize esse link do meu blog! O Booking divide a comissão que ele ganharia sozinho comigo, e você não paga nada a mais por isso! 🙂

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  • Ilhas Cayman – George Town
  • Como tirar seu Passaporte?
  • Planejando uma viagem para a Flórida – Parte 2
  • 15 de Fevereiro de 2018

    Dando continuidade aos nossos posts sobre a Flórida, vou dar algumas dicas importantes de como planejar uma viagem bacana pra lá, sem dor de cabeça! Já contei nesse post sobre a documentação necessária, sobre a melhor época para ir, sobre quantos dias ficar. Se você perdeu, corre lá para ver!!!!

    Agora vou falar de outros tópicos muito importantes que você precisa saber antes de ir, sobre como se locomover e se comunicar por lá!

     

    Aluguel de Carro

    Quando eu faço uma viagem internacional, eu gosto muito de usar o transporte público, pois você sente como é o dia a dia mesmo da população daquele local. A Flórida, porém, é feita para se andar de carro, rs.. é o principal meio de locomoção da população local! Então, alugar um carro é a melhor opção para você aproveitar o máximo da viagem!

    Os preços não são muito elevados e você tem toda a liberdade, autonomia e conforto para se locomover! O legal também é que carros para eles são muito baratos, e então você anda pelas suas férias com carrões de luxo que você jamais imaginou andar por ai! A gente por exemplo, ficou se achando, andando nesse Mustang conversível durante as férias! Olha que coisa bacana! rsrsrs

    Existem muitas empresas para se alugar carro. O ideal é já ir para lá com tudo fechado aqui do Brasil, inclusive seguros contra terceiros e todas as coisas que eles vão querer incluir para você no balcão. Recomendo muito que você gaste um tempinho para ler com calma todas as cláusulas, o que está incluso no aluguel pois na hora que você chega SEMPRE irão te oferecer mais coisas. Como você está chegando lá, meio assustado ainda, meio cansado da viagem as vezes você pode acabar aceitando coisas sem precisar.

    Já aluguei carro na Alamo e na Dollar. A Alamo costuma sempre ser a mais barata nas cotações, mas se você chegar nos EUA por um vôo direto do Brasil, é pra lá que a maioria dos brasileiros vão, e então você pode enfrentar uma boa fila. Às vezes os valores são semelhantes e então talvez seja legal fechar com outra empresa!

    Uma das coisas que eles te oferecerão é alugar um carro com GPS incluso. Eu não acho que vale a pena caso você esteja pensando em comprar um chip de internet para seu celular. O valor do carro com GPS é sempre mais elevado, e com internet em seu celular você ainda pode usar aplicativos que te tiram do trânsito como o Waze.

     

    Pedágios

    A questão dos Pedágios é outro item muito importante que você deve levar em consideração antes mesmo de escolher a empresa pela qual você pretende fechar o aluguel de seu carro para sua viagem pela Flórida. Eu recomendo muito que você leia também muito bem a política de pedágios da empresa antes de fechar com eles! Às vezes o valor bruto do aluguel do carro é mais barato em uma empresa, mas eles acabam ganhando mais pra frente com taxas de pedágios abusivas!

    Vou dar algumas dicas aqui para tentar te direcionar a fazer a melhor escolha. A primeira coisa a levar em consideração é qual a região da Flórida que você pretende explorar. Dependendo do quanto você for se deslocar de carro entre as cidades você pode fazer escolhas diferentes quanto ao tipo de pedágio. Se você for ficar apenas no eixo Orlando-Tampa ainda é aceito pedágio em dinheiro (sempre é bom conferir isso na hora da viagem, pois a qualquer momento eles podem mudar esse padrão), e então você não precisa se preocupar muito em fechar pacotes de pedágio optando por pagar manualmente em cada um que você for passar. Uma observação importante é que você sempre tenha moedinhas no carro pois em alguns pedágios não há cobradores e então, você deve depositar o valor exato do pedágio EM MOEDAS. Se na sua viagem você pretende ir para Miami ou se afastar um pouco de Orlando você terá que ter o SunPass, espécie de “Sem Parar” deles. Nesse eixo não há mais a opção de se realizar o pagamento em dinheiro e então você terá que ter um carro equipado com isso. Algumas empresas de aluguel de carro cobram uma taxa de uso do SunPass e depois é descontado em seu cartão de crédito o valor unitário de cada pedágio que você passar. Outras, cobram um valor maior por dia que permite que você passe ilimitado em qualquer pedágio durante o período da locação. Não tenho como dizer qual que vale mais a pena, pois dependerá muito do seu planejamento e de quantas viagens você pretende fazer. Você deve pensar direitinho e colocar tudo no papel, pois esse fator pode dar bastante diferença no valor total do seu orçamento destinado ao aluguel do carro! Gaste um tempinho com isso antes, para não gastar com dólares depois!

     

    Multa?

    Estando com um carro alugado, pode acontecer de você tomar uma multa por lá. Eu mesma tomei uma quando eu fui pra lá em 2013 comprar o meu vestido de noiva (sim, noivinhas, em breve terá um post só sobre isso) e eu vou contar a história aqui para vocês!

    Passei horas na “rua das noivas” de Miami, a Miracle Mile, e para deixar o carro estacionado você precisa adicionar moedinhas no parquímetro (sim, americanos amam moedas!), com um limite máximo de 2hs. Vencendo esse tempo você deve voltar e colocar mais moedas (no final da viagem descobri que há um app no cel para realizar esse pagamento, rsrs). Passei o dia correndo para adicionar moedas, mas uma das vezes estava tão focada no vestido que esqueci completamente. Chegando no carro: uma multa! Fiquei meio perdida, sem saber o que fazer. Chegando no hotel fui orientada a pagar a multa pelo site que estava indicado na notificação, imprimir o comprovante e na hora de devolver o carro, entregar esse comprovante. Fiz isso e foi tudo resolvido! Simples assim!

    Em outros casos, porém, como em multas de radar ou pedágio, você não recebe em papel a notificação. Nesse caso a multa será enviada para a locadora e eles irão debitar em seu cartão de crédito automaticamente, muitas vezes meses após a sua viagem.

    Um último caso possível é quando o policial percebe uma infração sua e te para entregando em mãos uma multa. Nesse caso, a multa é nominal, ou seja, a multa é para o motorista e não para o veículo. Normalmente na própria multa já vem escritas as instruções de como realizar o pagamento e costuma ser pela internet ou por telefone. Porém, dependendo da gravidade da infração, só há a opção de ir pessoalmente na corte em frente ao juiz pagar a multa, em data agendada. Muitas vezes eles marcam a data em um período que você já estaria de volta ao Brasil e, para não ficar com o nome sujo nos EUA, você terá que marcar outra viagem para ir pagar a multa. Portanto, a minha dica aqui é: deem uma lida nas normas de trânsito antes de ir pois eles tem alguns detalhes diferentes da lei de trânsito do Brasil (como por exemplo, a obrigatoriedade de mudar de pista se tiver um policial parado no acostamento, etc). Respeitem todas as regras pois lá não existe o “mas eu não sabia disso” e não há nenhum tipo de jeitinho!

     

    Chip para Celular

    Por fim, a minha última dica de planejamento geral para uma viagem para a Flórida é sobre chip de celular com internet ilimitada! A primeira vez que eu fui, eu não fui com um chip comprado aqui no Brasil. Pensei em comprar chegando lá, no aeroporto de Miami. Quando cheguei, porém, descobri que lá não vendiam chip pré pago! Como já era noite, peguei um mapinha na mão e decidi encontrar o hotel na raça rs, para comprar o chip no shopping no dia seguinte! Gente! Como foi difícil me achar naquela primeira noite! As ruas todas com nomes de números, 25W St, 24S Ave, e por ai vai! Parecia que eu não ia achar nunca! Rodamos por quase duas horas para nos encontrarmos, perguntamos no Wallmart (lá também não tem chip pré pago) mas finalmente achamos o hotel! Foi uma aventura e tanto para a primeira noite nos EUA!

    Das outras vezes que fui, eu já comprei o chip aqui mesmo no Brasil! Hoje em dia existem várias empresas que vendem esses chips. É legal dar uma boa pesquisada pois os preços e condições de internet podem variar. Quando fui comprei com a Cel Travel e deu tudo certo. Eles enviaram o chip por correio com todas as instruções de como configurar! Recomendo! O preço não é dos mais baratos, mas pela qualidade, conforto e facilidade que oferece, achei que valeu a pena!

     

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  • Como tirar seu Passaporte?
  • Ilhas Cayman – George Town
  • Hospedagem em Orlando
  • 15 de Fevereiro de 2018

    Hoje vou iniciar uma série aqui no blog sobre a Flórida, esse estado dos Estados Unidos tão queridinho pelos brasileiros.

    Irei dividir essa série em dois grandes grupos de posts. No primeiro grupo de posts irei focar em Orlando! Neles, irei contar tudooo sobre os parques, compras e também dar algumas ideias de passeios para fugir do tradicional roteiro de parques-compras! No segundo grupo de posts iremos para Miami. Irei contar sobre as melhores localizações para se hospedar, dar dicas de restaurantes e compras e terá até um post exclusivos para as noivinhas que pensam em comprar o vestido de noiva lá (fiz isso e foi muito bacana)!

    Mas, antes disso tudo, irei fazer dois posts iniciais, contando tudo que você precisa saber para planejar uma viagem pra lá. Na parte 1 irei falar sobre passaporte/visto, melhor época do ano para ir, quantos dias em cada cidade. Na Parte 2, irei falar sobre como se locomover e se comunicar por lá, contando tudo sobre aluguel de carro, pedágios, multas e chips para celular.

    Vamos então, planejar nossa super viagem?

     

    Passaporte e visto

    A primeira coisa a ser feita antes de planejar qualquer viagem internacional é ter um passaporte com mais de 6 meses de validade. Para alguns países, como no caso dos EUA, além do passaporte é necessário também um visto! Fiz um post completo e detalhado sobre como tirar o passaporte nesse post, e sobre o visto americano nesse outro post. Recomendo muito a leitura de ambos! Estão super detalhados, inclusive com print screen das telas do computador! 

     

    Quando ir?

    A primeira coisa que eu indico é tentar ao máximo fugir da época de férias escolares. Tanto no começo de janeiro quando em julho a Flórida é realmente invadida por turistas de todos os lados do mundo! Se for possível fugir dessas épocas você fará um ótimo negócio pois além da lotação nos parques e nas lojas, nessa época os preços também ficam todos muito mais elevados!

    Caso você tenha filhos em época escolar ou se você ainda estuda, prefira ir no final de janeiro, pois grande parte da movimentação já diminuiu já que as férias dos americanos de inverno são mais curtas e mais próximas do ano novo!

    Um dia frio de Fevereiro em Orlando (Busch Gardens).

    Outro ponto a levar em consideração para escolher a melhor época pra ir para a Flórida é a temperatura! De outubro a março, as temperaturas são baixas e chove bem pouco. De Abril a Setembro, as temperaturas são muito altas e chove bastante.

    O verão é uma ótima época para ir caso você esteja interessado em curtir uma praia em Miami e parques aquáticos em Orlando. Mas fique atento porque as temperaturas podem ser bem elevadas. O mês mais quente do ano é Julho com uma temperatura média de 27.6 °C, mas com tardes que podem passar dos 40 °C. É também o mês mais chuvoso, com uma média de 195 mm. São chuvas típicas de verão que até ajudam a refrescar o calorão do dia. Caso você prefira o inverno, o mês mais frio é Janeiro com uma temperatura média de 15.1 °C. As manhãs e as noites são bem geladas, e as tardes normalmente ficam agradáveis. Essa foto foi uma manhã no mês de fevereiro que estava bastante frio! Caso você queira fugir das chuvas, o mês mais seco é Novembro e tem 49 mm de precipitação.

     

    Planejamento

    Mais uma coisa importante a se fazer antes de sair comprando passagem aérea é se planejar direitinho pensando em quantos dias você quer ficar em cada lugar da Flórida, pensando bem quais são seus objetivos com essa viagem. Você quer só ir para Orlando aproveitar as outlets e os parques? Ok, compre passagem de ida e volta para Orlando. Você quer ir somente pra Miami curtir a praia, baladas e outros Outlets? Ok tbm comprar a passagem de ida e volta para Miami. Mas se você tem interesse em conhecer essas duas cidades, talvez seja interessante comprar a passagem de ida para uma delas e de volta pela outra. Muitas vezes acaba ficando elas por elas em relação ao valor da passagem e você acaba economizando tempo e dinheiro com os deslocamentos internos.

    Em Orlando há pelo menos 15 parques temáticos. Dificilmente você vai conseguir ir em todos eles em uma única viagem (coisa que eu nem recomendaria). Vou contar sobre todos os parques mais pra frente por aqui, mas para aproveitar bastante você deveria dedicar uns 7-8 dias para parques, uns 2-3 dias para compras e outras atrações. Portanto reservando 10-15 dias para Orlando é uma quantidade que você conseguirá aproveitar muito.

    Miami é uma cidade grande, com bastante shoppings, restaurantes e também tem a praia. Uns 4 a 5 dias em Miami são suficientes para conhecer a cidade. Há algumas outras cidades próximas que é possível também dar uma esticadinha na viagem, como Key West, Fort Lauderdale, Daytona Beach, etc! Por fim há também aquela possibilidade que eu já contei de dar uma esticadinha no roteiro para um Cruzeiro no Caribe! Tem cruzeiros de 3, 4, 7 noites, saindo de Miami, Fort Lauderdale (44km de Miami) e Porto Canaveral (90km de Orlando) e então com certeza tem algum que pode se encaixar em seu roteiro.

    No próximo post irei continuar contanto tudo o que você precisa saber para planejar sua viagem para Florida! Não perca!

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  • Ilhas Cayman – George Town
  • Como tirar o Visto Americano?
  • Planejando uma viagem para a Flórida – Parte 2
  • 15 de Janeiro de 2018

    A última parada do nosso Freedom of the Seas foi em Cozumel, uma ilha caribenha pertencente ao México!

    O que falar dessa ilha? Poderia resumir como mais um típico paraíso natural existente no Caribe e que com certeza deve estar nos seus próximos roteiros de viagem!

    Trata-se de uma ilha pequena, que coube bem em uma parada de navio, mas que eu acho que também pode merecer uns dias a mais de férias por lá! Tem uma boa rede hoteleira e infraestrutura bacana para turismo.

    Nessa parada a gente não fechou nenhum passeio com o navio. Durante esse cruzeiro conhecemos amigos maravilhosos (que temos contato até hoje) e decidimos alugar um carro chegando lá em Cozumel para ir conhecendo a ilha no nosso ritmo. Alugamos um carro grande que caia 8 pessoas e foi uma experiência muito bacana! Fomos parando em algumas praias, aproveitando o visual e curtindo um pouco da estrutura local. Algumas barracas de praia cobram consumação mínima, e como a ideia era dar a volta na ilha, apesar de termos gostado de algumas não era possível ficar por esse motivo. A ilha é pequena, e então em um dia foi possível dar a volta nela de carro.

    Em Cozumel, um das atividades típicas é visitar as ruínas maias de San Gervasio. O navio inclusive oferecia um passeio para lá.  Como estávamos de carro, decidimos ir à tarde fazer esse passeio. Depois de rodar bastante chegamos nas ruínas e encontramos um casal de brasileiros saindo decepcionado de lá. Eles desencorajaram a gente de todas as formas de entrar. Eles mostraram as fotos que haviam tirado e disseram que haviam perdido tempo e dinheiro lá dentro, rsrsrs. Eu sou meio curiosa e fiquei com vontade de ir mesmo assim conhecer, pois as vezes o que encanta um pode não significar nada para outra pessoa né? Acho interessante ter a própria experiência para opinar. Mas levando em consideração que o nosso tempo estava curto pelo horário de voltar para o navio, acabamos seguindo a sugestão e voltando mais cedo para o porto. Depois disso, olhei as imagens no Google, e acho que tudo bem não ter ido mesmo, rsrsrs..

    No fim da tarde, passeamos nas lojinhas em torno do porto, fizemos umas compras e voltamos para o navio com a sensação de que com certeza aproveitamos ao máximo todas as paradas dessa viagem! 

    Com esse post, finalizo então essa viagem maravilhosa que foi esse Cruzeiro no Caribe. Em breve contarei para vocês sobre o outro cruzeiro que fiz por lá, o Oasis of the Seas. 

    Vou aproveitar que o Freedom of the Seas atracou na Flórida para começar uma nova série por aqui: será sobre esse estado maravilhoso dos Estados Unidos!!!! Se você estiver planejando conhecer Orlando e Miami eu recomendo dar uma esticadinha e fazer um cruzeiro no Caribe. Se vc estiver planejando um cruzeiro no Caribe, recomendo dar uma voltinha nessas cidades!!! É uma viagem inesquecível e essa combinação dá bem certo!!!! Fica perfeito!!!! Aguardem que vem coisa boa por ai! 

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  • Ilhas Cayman
  • Ilhas Cayman – George Town
  • Viagem de Navio – Dicas de Bordo
  • 15 de Janeiro de 2018

    Durante o Cruzeiro Freedom of the Seas, também tive a oportunidade de conhecer a Jamaica!!! Paramos em Falmouth, uma pitoresca cidadezinha portuária localizada na costa norte da Jamaica!!!

    Antes de viajar, li em vários blogs e recebi muitas recomendações de evitar fechar passeios no porto diretamente com os moradores locais da ilha nessa parada. Me disseram que muitas vezes as pessoas cobram valores bem altos para passeios que não correspondem ao esperado, além do trânsito lá não ser dos melhores e correr o risco de perder o horário da saída do navio. Também me alertaram pela falta de segurança no local!

    Seguindo essas recomendações, decidi fechar um passeio com o próprio navio! Como vocês já sabem, eu adoro praia! Estava super curiosa em conhecer as famosas praias paradisíacas da Jamaica e, então, ao invés de fechar passeios que faziam city tours, eu preferi fechar um passeio que o ônibus do navio apenas leva e buscava a gente na praia. Geralmente esses são os passeios mais baratos que o navio oferece! Ainda bem! rs

    Passamos o dia inteiro na Red Stripe Beach. Uma praia deliciosa! Foi maravilhoso o dia lá! Mar azul esverdeado super-padrão-Caribe, excelente para fazer snorkel!!! Atendimento ótimo na barraca de praia e cerveja da marca Red Stripe bem barata!

    Essa é uma cerveja bem engraçada. A garrafa da cerveja parece aqueles frascos de antibiótico, sabe? rs.. Mas a cerveja é muito deliciosa e estava geladinha!

    Passamos um tempão nessa parada conversando com os atendentes da barraca que contaram pra gente um pouco como é a vida na Jamaica. Disseram que o país é bem pobre, mas Falmouth tem a vantagem de ter o porto e receber os turistas de cruzeiros, que ajudam a movimentar bastante a economia lá. Ele me disse que realmente o uso de maconha lá é muito comum por todos da ilha. Ele mesmo disse que fumava seu cigarrinho antes e ir trabalhar e assim que voltava pra casa, mas que não era permitido fumar em serviço, rs.

    No porto, há também várias lojinhas estilo Duty-Free e vi muitas pessoas do navio aproveitando as compras lá! Pra quem curte deve ser uma boa oportunidade!

    No próximo post eu vou contar um pouco da última parada do Freedom of the Seas, que foi em Cozumel, no México, para fechar com chave de ouro essa viagem inesquecível! 

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  • Cozumel
  • Haiti – Labadee
  • Planejando uma Viagem de Navio
  • 23 de novembro de 2017

    Como eu já contei um pouquinho no post anterior, Grand Cayman é um dos lugares que a gente passa um dia no cruzeiro mas fica com aquele gostinho de quero mais! É um lugar que eu não tenho dúvidas que irei voltar para ficar no mínimo uma semana!

    A estrutura turística lá é muito bacana! Existe uma rede hoteleira com vários tipos de hotéis para todos os bolsos. Há resorts caríssimos, mas dando uma pesquisada rápida, você também não tem dificuldade para achar hotéis muito bacanas e com preços aceitáveis. Por exemplo, encontrei nesse link uns resorts três estrelas por 600 reais a diária!

    Tem muita opção também de restaurantes e bares para sair a noite e também barracas de praia com uma estrutura muito boa para passar o dia! Quando fui, passei o dia na Tiki Beach como contei no post anterior.

    Há várias atividades muito bacanas de se fazer por lá e então Grand Cayman é uma opção bem legal também para quem tem filhos pequenos. Tem passeios imperdíveis, que eu fiquei morrendo de vontade de fazer mas que jamais dariam tempo de se fazer em um dia de parada de navio.

    O Stingray City é um desses passeios que irei fazer quando voltar. É uma colônia de arraias, sendo o único lugar do mundo que você pode nadar com elas em seu ambiente natural. O Dolphin Cove é um espaço para interação com golfinhos, mas completamente diferente de muitos que a gente vê por aí (e eu odeio). Nesse local, eles não ficam presos em tanques!!! Há uma espécie de cercado com integração total ao oceano onde os golfinhos vão e vem sempre que quiserem. Olha de demais, gente!

    Tem também por lá o Turtle Farm, o “projeto Tamar” deles em que há o cuidado, preservação e educação ecológica voltado às tartarugas marinhas.

    Empresas que oferecem todo tipo de mergulho também há várias por lá. A diversidade de peixes e vida marinha do Caribe é absurda, e nas ilhas Cayman é muito possível de apreciar tudo isso. Você pode fazer mergulho com snorkel, com cilindro e tem até opção para aqueles que não quererem se molhar: há um passeio de SUBMARINO (!) para conhecer o mundo subaquático caribenho realizado pela empresa Atlantis Submarine!

    E aí, aquela pessoa que com quem você compartilhou o post anterior se animou de te levar? Se não, marca ela de novo aqui para ver se definitivamente você não a convence! rs

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  • Falmouth – Jamaica
  • Viagem de Navio – Dicas de Bordo
  • Haiti – Labadee
  • 23 de novembro de 2017

    Ahhh, as Ilhas Cayman! Posso dizer, sem hesitar, que foi um dos lugares mais lindos que já visitei em toda minha vida!

    Como foi o lugar que eu mais amei nas paradas que eu fiz nos Cruzeiros pelo Caribe eu vou fazer dois posts sobre esse lugar. Esse primeiro, contando sobre o meu dia na ilha e esse outro falando da possibilidade (e da minha intenção, rs) de ficar mais dias por lá, para conhecer melhor e mais a fundo a ilha toda!

    A nação Ilhas Cayman é composta por três ilhas: Grand Cayman, Cayman Brac e Little Cayman. O Freedom of the Seas parou na capital George Town, localizada em Grand Cayman, a maior ilha do arquipélago.

    Assim que descemos do navio, já temos uma ótima surpresa! A região do porto é linda e cheia de lojinhas! Muitas delas são isentas de imposto (Duty Free) e há também várias lojinhas de grife. Para quem curte compras, é um super shopping a céu aberto, com o mar maravilhoso do Caribe a sua volta. Mas, como sem dúvidas o meu foco nessa parada era conhecer as belezas naturais desse paraíso, passei rapidinhos por essa parte.

    Nessa parada, optamos por fechar o translado do próprio navio para passarmos o dia na praia mais famosa da ilha: Seven Mile Beach. O preço desse translado provavelmente saiu um pouco mais caro do que se tivéssemos pegado um taxi na saída do porto, porém, a vantagem é que você tem garantia que irá embarcar de volta no navio, independente de qualquer imprevisto na ilha. O navio se compromete a esperar os hospedes que fecharam passeios com eles, e assim você não precisa ficar preocupado em voltar a tempo, que horas tem que pegar taxi, etc. Dessa forma, você realmente passa o dia tranquilo, focado apenas em curtir o dia nesse paraíso natural!

    O ônibus deixou a gente na barraca Tiki Beach. Com uma estrutura muito boa e preços bem bacanas!

    Agora sobre a praia… Como descrever esse paraíso? Mar azulzinho mais-estilo-Caribe impossível, cheeeeeio de corais bem no rasinho que permite você passar o dia olhando as inúmeras espécies de peixinhos coloridos e diversos. Na barraca havia a possibilidade de alugar snorkel por um preço bem acessível! Na praia havia também o aluguel de Stand-Up Paddle, e claramente eu não deixei de aproveitar esse esporte que eu gosto tanto! Lembro que fiquei tão distraída, vidrada e encantada com aquele mar azul e tranquilo, que até tomei bronca do moço de jet ski por estar ultrapassando o limite permitido para StandUp, rs! Realmente foi inesquecível remar naquele paraíso e por isso recomendo muito!

    No fim da tarde, voltamos para o navio, com a certeza de que esse será um destino que eu voltarei em breve! Para conhecer todas as praias e aproveitar a fundo toda a estrutura que descreverei mais no próximo post!!

    Compartilhe esse post com aquela pessoa que você levaria para passar uns dias nesse paraíso.. Vai que essa pessoa se empolga e te anima a te levar logo? rs

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  • Como tirar o Visto Americano?
  • Hospedagem em Orlando
  • Planejando uma Viagem de Navio
  • 21 de novembro de 2017

    Olá viajantes queridos! Já contei um pouquinho para vocês nesse post que o primeiro cruzeiro que fiz pelo caribe foi a bordo do Freedom of the Seas. Agora vou contar os detalhes sobre a primeira parada do navio nessa viagem linda! O primeiro porto que tivemos a oportunidade de conhecer foi Labadee, a ilha privativa da Royal Caribbean que fica localizada na costa norte do Haiti.

    É uma praia maravilhosa, mar azulzinho típico do Caribe, cheio de recifes de corais e enorme quantidade de vegetação nativa: um verdadeiro paraíso!!

    Apesar de suas belezas naturais serem tão encantadoras, o Haiti é um país que, infelizmente, está sempre em posições altas dos rankings de países mais pobres do mundo. Achei muito interessante pesquisar e ver que a Royal Caribbean paga uma taxa para o governo do Haiti pelo número de turistas que visitam sua ilha privativa. Além disso, a Royal também emprega mais de trezentos moradores da ilha, ajudando a movimentar bastante a economia do país.

    O interessante dessa parada é que por se tratar de uma propriedade da Royal, o almoço é servido na própria ilha e já está incluso no valor do navio. É um churrasco estilo americano com hambúrguer, costelinha e algumas opções vegetarianas 🙂 ! É uma facilidade que a gente só encontra nessa ilha! Se você tiver o pacote de bebidas, você também poderá desfrutar dos drinks em terra firme nessa parada!

    Há inúmeras atrações para se fazer nessa parada. Há passeio de tirolesa (com mais de 120m de altura), montanha russa que passa entre a vegetação, tobogã,  trampolins aquáticos, entre outros. O ruim é que todas essas atrações são pagas à parte, com um valor nada convidativo, o que me desanimou muito de fazer. Dessa forma, então, aproveitei essa parada para curtir as praias da ilha.

    Passei o dia na Adrenaline Beach, a praia logo na entrada da ilha com vários bangalôs e camas com colchão para aproveitar o dia. É uma ótima praia para relaxar e também para mergulhar com snorkel. Recomendo muito levar de casa o seu próprio equipamento para não ter que alugar do navio com os preços que eles costumam cobrar!

    Há a opção também de pegar o trenzinho para dar uma volta na ilha (esse é gratuito), ver a feirinha de artesanato e ir curtir a Nellie’s Beach. Uma praia mais tranquila, centralizada e com menos pedras e corais que a Adrenaline Beach sendo, então, ótima para nadar.

    Gostei muito dessa ilha. É uma ótima porta de entrada para os outros paraísos no Caribe que iria conhecer nas próximas paradas!

    No próximo post vou contar da segunda parada do Navio: a ilha de Grand Cayman, que para mim é o lugar mais lindo que eu já visitei no Caribe até hoje! Não percam!

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  • Ilhas Cayman
  • Como tirar o Visto Americano?
  • Planejando uma viagem para a Flórida – Parte 2
  • 21 de novembro de 2017

    Olá queridos viajantes! Vou começar uma série agora aqui no blog para contar para vocês sobre o primeiro Cruzeiro que eu fiz no Caribe. Foi uma viagem maravilhosa de 7 dias a bordo do Freedom of the Seas da Royal Caribbean. Esse navio pertence a segunda maior classe de navios da Royal, a “Classe Freedom”, perdendo apenas para a “Classe Oasis” (já fiz também um cruzeiro na Classe Oasis,  em breve vou contar também!).

    A infraestrutura do Freedom of the Seas é incrível: ele realmente é uma cidade em alto mar! Para vocês terem uma ideia, ele possui três áreas de piscinas: o H2O Zone ótimo para as crianças, piscina para adultos e área de piscina cobertas. Além disso há 10 piscinas de hidromassagem pelo navio. Atividades super modernas e divertidas também não faltam no Freedom. Tem o FlowRider®,  um simulador de surfe muito legal. Tem também Parede de escalada com uma vista mais do que privilegiada, pista de patinação no gelo (com gelo de verdade), campo de minigolfe, cinema 3D e quadra de basquete e volei em dimensões profissionais.

    A alimentação eu já contei um pouco nos posts anteriores sobre a qualidade e variedade de opções que tem em todos os restaurantes do navio, inclusas e a vontade. Além disso, no Freedom tem tembém outras opções de jantar informal e lanches no Johnny Rockets, além do sorvete Ben & Jerry’s. Esses dois são pagos a parte, mas com um valor simbólico. Lembro que na época paguei tipo 5 dólares pelo Johnny Rockets e podia comer tudo que tinha no cardápio, a vontade. Muitas pessoas deixavam de ir conhecer esses restaurantes por serem pagos a parte, mas elas não sabiam que era apenas esse valor simbólico! Vale a pena ir conferir os preços, para algum dia comer uma refeição diferente se você tiver vontade!!!

    O roteiro que fiz nesse cruzeiro foi incrível. Primeiro ele parou em Labadee, a ilha privativa da Royal no Haiti. A segunda parada foi nas Ilhas Cayman, talvez a praia mais linda que já tenha visto na vida. A terceira parada foi em Falmouth, na Jamaica, com praias maravilhosas de se conhecer também. Por fim, ele parou na ilha de Cozumel, onde alugamos um carro para passar o dia na ilha conhecendo algumas praias de lá.

    Essa foi uma viagem realmente inesquecível. Nos próximos posts, eu vou detalhar aqui cada uma dessas paradas e o que nós fizemos em todas elas.

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  • Haiti – Labadee
  • Planejando uma Viagem de Navio
  • Ilhas Cayman
  • 14 de novembro de 2017

    Como eu já introduzi um pouquinho no post anterior, eu sou realmente fascinada por cruzeiros!

    Quando eu fico muito tempo sem fazer eu já morro de saudades do clima do navio, das atrações, da qualidade da alimentação, do geladinho do ar condicionado quando você entra, dos shows noturnos e da sensação de que você está vivendo em um mundo paralelo durante o período da viagem! Você tem tudo que você precisa a alguns andares de distância. Você sai para jantar, para ir a espetáculos e depois para balada, sem ter que pegar trânsito ou cruzar a cidade toda para isso (sim, isso talvez seja um trauma de quem mora em São Paulo e encara duas horas de engarrafamento diariamente, rsrsrs).

    Enfim, depois de 5 cruzeiros já de experiência em minha bagagem posso dar algumas dicas para vocês. A primeira dica é: se o orçamento estiver apertado, não hesite em fechar uma cabine interna. Você passa pouquíssimo tempo dentro da cabine e então a janela definitivamente não faz falta. Na verdade, eu até gosto da sensação de escuridão que a ausência de janela traz: você dorme super bem e de manhã você acorda sem saber se é dia ou noite. Você descansa para valer!

    Assim que você fizer o check in no navio, você receberá o seu “Sea Pass”. Trata-se da única coisa com a qual você deverá se preocupar nos próximos dias, rs! Ele é tanto a chave do seu quarto, quanto seu cartão de consumo a bordo e também é seu documento de identificação para entrada e saída do navio nos portos de parada. Muitas pessoas levam um crachá para deixa-lo pendurado no pescoço o tempo todo para não perdê-lo e nem esquecê-lo nos lugares. É uma boa opção principalmente para as crianças, então, já deixe anotada essa dica hein?

    Sempre me perguntam também sobre como fazer a mala para uma viagem de navio e que roupas devem levar. Em cruzeiros de 7 noites costuma sempre ter uma Festa de Gala, na qual as pessoas vestem as roupas mais formais para cumprimentar o Comandante. É uma festa bacana, mas não deixe de fazer um cruzeiro caso você não queira levar terno e gravata a bordo. Não são todas as pessoas que se vestem tão formais. Algumas pessoas até vão de bermuda e chinelo nesse dia. Não é algo que eu recomendo, pois é claro que acaba destoando um pouco da maioria, mas acho que o importante é estar se sentindo bem. Para homens uma camisa e calça social já é bem suficiente e pra mulheres um vestido mais arrumadinho já fica lindo!

    Na programação do navio, costuma também ter uma festa “do branco” na piscina, então, para não ter surpresa não deixe de levar uma opção de roupa branca! Para as outras noites, roupas mais arrumadinhas, sem muito luxo já são bem suficientes! Friotentos(as), levem casaquinhos pois o ar condicionado do navio é bem generoso, rs!

    Para o dia vai depender muito do tipo de roteiro de navio que você for fazer. Se for roteiro de cidades, leve roupas leves, tênis. Se for roteiro de praia, leve roupas de banho, saídas de praia, chinelo, muito protetor solar e boné. Você pode levar toalhas do navio para passeios externos. Elas não são cobradas, basta solicitar e incluir no seu Sea Pass!

    Eu nunca deixo de levar para o navio roupas de academia também. Acho delicioso acordar cedo e ir fazer uma esteira olhando o mar, rs! Quem segue meu perfil pessoal do instagram (@biadazzani) sabe que eu sou a doida do Crossfit e que não consigo ficar muito tempo sem praticar esportes, suar, rs! Assim, indo pra academia do navio, você dá uma ativada em seu metabolismo para aguentar a infinidade de comida que você irá encarar ao longo do dia, rsrs!

    Sobre a programação do navio, fique tranquilo, pois cada noite você receberá em sua cabine o “Cruise Compass”, uma espécie de jornalzinho e planner com todas as atrações e horários para você planejar seu próximo dia a bordo. Com isso, você já fica sabendo que horário será cada atração, qual será o show da próxima noite, qual a festa, qual o traje sugerido. Tenho todos os meus guardados até hoje!!!!

    Enfim, essas são as dicas mais gerais que posso dar. Cuidado: viagem de navio é viciante. Se você fizer uma, vai querer encaixar em todas as suas viagens como eu!

    Nos próximos posts vou contando sobre todas essas viagens que já fiz incluindo esses cruzeiros! 🙂

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